AI DE SABER


EU

AI DE SABER

Por Cláudio El-Jabel

Ai de saber,

Seus segredos,

Desventuras,

Seus medos e desenganos,

Ai de saber,

A plenitude que te ilude,

Rodeia-te nos seus planos,

Ai de saber,

De te querer dominar ao peito,

Escravizar de um jeito,

Ai de saber,

E sem fuga entregar-se,

Na amargura de prender a liberdade,

Foges e gritas com todo o teu terror,

Ai de saber,

Estás sozinho nesse grito,

Arrastas em becos sem saída,

Ai de saber,

Estás na tua Pátria,

A Pátria da vida.

Sobre KAMBAMI

Quode natura date, nemo negare potere.
Esse post foi publicado em POEMA, REFLEXÃO e marcado , , , , , , , . Guardar link permanente.

8 respostas para AI DE SABER

  1. jomabastos disse:

    Um poema reflexivo!?
    O “Ai” fez-me alguma confusão, mas acabei por interpretá-lo, corretamente ou não, como um lamúria.

    Curtido por 1 pessoa

  2. jomabastos disse:

    Tenho a regra de sempre dar uma interpretação, correta ou não, a tudo aquilo que leio.

    Curtido por 1 pessoa

  3. bellaespiritu disse:

    Desde bellaespiritu.com he nominado este blog a una distinción: http://bellaespiritu.com/2015/03/04/sacco-y-vanzetti-de-blogs-y-premios-xx-el-cumpleanos-de-adri/

    Un saludo para ti desde Argentina.

    Curtido por 1 pessoa

  4. getuliogregori disse:

    Republicou isso em Fonte da arte.

    Curtido por 1 pessoa

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