DÁDIVA


DÁDIVA

 

DÁDIVA

Por Cláudio El-Jabel

 

Corro, porque o tempo me faz mister,

Vejo, porque há necessidade ainda em guardar lembranças,

Ouço, pois a mente ainda se encanta nos acordes,

Penso, pois ainda me existe intelecto,

Faço de cada passo diário um documento,

Cada respiro, uma dádiva de Deus,

Cada pensamento um sonho por realizar,

Insisto que num futuro tudo se esclareça,

Brinco com as circunstâncias que nos imprime a vida,

Me atento ao futuro que por mim passou,

No passado que está por visitar,

E no presente que devo me encontrar,

Muitas vezes a dificuldade de expressar a condição,

Sem poder explicar o que se passa,

Melhor assim, deixar fluir,

A vida afinal me veio de graça.

seal

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Sobre KAMBAMI

Quode natura date, nemo negare potere.
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4 respostas para DÁDIVA

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