BORA


BORA

 

BORA

por Cláudio El-Jabel

 

Os ventos daqui não uivam,

Eles socam,

Chamam-no de Bora,

Ele aparece de repente,

Te toca e se aflora,

Como um nocaute,

Pode te deixar desacordado,

Pois se te derruba,

É apenas,

Ai coitado,

Não há a quem xingar,

Até que tentam,

Mas é a natureza,

Que apenas se apresenta.

seal

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Sobre KAMBAMI

Quode natura date, nemo negare potere.
Esse post foi publicado em POEMA e marcado , , . Guardar link permanente.

4 respostas para BORA

  1. Pingback: BORA — UNOBTAINIUM | O LADO ESCURO DA LUA

  2. mariel disse:

    Uau, forte assim? Que coisa.

    Curtido por 1 pessoa

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