FELICIDADE INOCENTE


FELICIDADE INOCENTE

 

FELICIDADE  INOCENTE

Por Cláudio El-Jabel

 

De tanta coisa que escrevia,

Pouquíssima coisa guardei,

Passaram por mim feito chuva que caia,

Que batem e escorrem por onde nem sei,

Assim como lágrimas de choro,

Que o tempo enxuga após o transtorno,

E fico pensando na vastidão dessa investida,

Nesse oceano de possibilidades,

Alguns que nem ao papel chegaram,

Mas muitos ainda o são somente na oralidade,

Hoje penso ao contrário daquilo ao qual acreditava,

Sabia eu que a vida em sí era magia,

Mas como muito se falava e pouco se fazia,

A mente da criança apenas imaginava,

Tudo aquilo que pelos olhos não se via,

A criança ainda existe,

Fica guardada mas não se esconde,

Volta e meia ela aparece,

Dá seu ar da graça,

Tropeça,

Palhaça,

Mas poucos entendem,

Que ser criança não se vê pelo externo da gente,

Ser criança é algo interno da alma,

Onde a fábrica dos contos e fantasia se acalmam,

A inocência não se esconde e sim se apresenta,

Ela cre em algo maior,

Um mundo florido,

Com pássaros que cantam,

Sem ter compromisso com tempo,

Pois a imaginação de criança é como vento,

Ela sopra, se esvoaça,

Ser criança é ser feliz,

Mesmo que esssa felicidade seja de graça.

seal

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Sobre KAMBAMI

Quode natura date, nemo negare potere.
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