PALPITE


 

PALPITE

 

PALPITE

por Cláudio El-Jabel

 

Quando obtive consciência,

Meu mundo era normal,

Tudo que conhecia tornava-se parte,

Tudo que tocava, tinha forma,

Os tempos mudaram,

A percepção mudou,

Mudou tudo lá fora,

Não há mais como tocar,

Não há mais como guardar tanta informação,

A cabeça tem horas que parece um vulcão,

Não sei se explode,

Não sei se congela de vez,

Mas para entrar informações novas,

Outras devem dar a vez,

Parece muito algo insano,

Quem sabe não o seja,

Talvez?

Sorrir de mim mesmo,

Saber e conhecer novos limites,

Não sei bem,

Mas arriscaria sim um palpite.

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Sobre KAMBAMI

Quode natura date, nemo negare potere.
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