MEU DEVER


MEU DEVER

MEU DEVER

por Cláudio El-Jabel

 

Penso eu, qual seria de fato,

Temos esse direito?

Ou seria algo nato?

Sempre me fiz perguntas,

Sempre procurei nelas as respostas,

Obtive ajuda e exemplos de grandes pensadores,

Outros também assim como eu que carregam tais dúvidas,

Mesmo cada qual tendo sua fé, sua tese, seu jeito de entender,

Muitos gostam de trocar, partilhar até mesmo debater,

Outros, penso eu, vazios, apenas passam seus olhos,

Ou quem sabe nem mesmo saibam o que leem,

Acreditam serem rimas, versos, angústias de vidas,

Outros ainda afirmam na certeza, uma verdadeira perda de tempo,

Sim já ouvi me dizerem isso e infelizmente eu só lamento,

Vejo-me livre de amarras, de regras ou donos,

Não me vejo cão vira lata em abandono,

Gosto de instigar as fraquezas humanas,

Tormentos que acredito serem comuns,

Encaixar-me entre estes e me ver apenas mais um,

Adequar-me ao sofrer ou a alegria,

Aprender nessa troca com toda minha euforia,

Como uma droga que alucina em momento e traduz,

Que tudo tem seu tempo,

Seu verdadeiro momento de luz,

Luz essa que retiro como meu dever,

O de experimentar a natureza humana,

Sentir em seu mais íntimo e profundo,

Penetrar em todas as alegrias e tristezas do mundo.

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Sobre KAMBAMI

Uma metamorfose humana do conhecer e aprender. Simples porém exigente. Bem sobre o autor desse blog, me parece ser um cara legal, gosta de conversar, dar pitacos aqui e acolá. Procuro ser o mais sincero que a vida me permite, adoro amizades, sou tímido acreditem também uma metamorfose ambulante como diria Raul. Adoro cozinhar, mas na escrita sou mesmo comilão, como acento, concordância verbal, minha gramática de fato anda bem mal, mas sou um cara legal. Tenho muito gosto em escrever o que me vem à mente ou o que me chega aos ouvidos e visão, sou um observador nato desde minha aparição. Aqui é um palco de teatro não se engane há muito de quem escreve e muito de fantasia, mas não há bilheteria, então sinta-se a vontade, puxe sua cadeira e sente, estou quase sempre presente, me enrolo muitas vezes nessa de seguir quem me segue, me perco nesse mundo danado de internet. Não sou esnobe, sou pessoa bem simples, gosto da natureza, da boa mesa, do bom papo, não tenho hora, não uso relógio para controlar meu tempo, a muito me deixei ser levado ao vento, ora furioso que me derruba e machuca, ora bondoso que me embala em doçura. Chamo-me Cláudio El-Jabel, também podem me chamar de Kambami ou Kael, adoro distribuir carinho sem intenção outra que não seja da amizade ser bela, ser amiga, ser sincera, entendo que nossa vida é algo muito rápido e nem sempre dá tempo de nos conhecermos melhor, mas essa é minha apresentação, muito prazer, eu não esqueço vocês, já os tenho em meu coração, sejam bem vindo então.
Esse post foi publicado em POEMA, REFLEXÃO e marcado , , , , , , . Guardar link permanente.

14 respostas para MEU DEVER

  1. hangferrero disse:

    Caraca! Fulosofua poética levada à décima potência! Do mais alto quilate!

    Curtido por 3 pessoas

  2. É! É o calçar as sandálias do outro… Mais daquele que carrega um fardo maior, menos de quem parece ter nascido “de c* pra lua” 😀 Sério agora! É que isso nos torna mais humildade 🙂

    Foi esplêndido!

    Curtido por 1 pessoa

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