TABU


TABU

TABU

Por Cláudio El-Jabel

Como tudo na vida da gente,

Há o nascer do Sol e seu poente,

Não muito diferente verificamos nossas observações,

Que diferem de um canto ao outro em várias direções,

Não podemos e nem devemos nos prender a tais conceitos,

Pois estamos em uma mesma nave mãe a deriva pelo espaço,

Não podemos com isso acharmos que somos perfeitos,

Já que nem nossos rumos ao certo sabemos de fato,

Criar então concepções ou desenvolve-las a julgo inserto,

Entendo eu, não deva ser algo correto,

Acredito que com isso desmistificamos os ditos tabus,

Que na realidade trata-se apenas de cultura, costume,

Julga-los como incorretos ou ainda pontua-los impróprios,

Acredito que é falho e preconceituoso,

Atirar pedras em motivos desarmados,

Cultura e costume em si são algo que devam ser respeitado,

Se um apelo fosse de fato ouvido pediria sem sombra de dúvidas,

Não julgue as coisas apenas com o olhar,

Use também sua cabeça que mesmo pesada,

Tenho certeza que com um belo esforço, lhe ajuda a pensar.

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Sobre KAMBAMI

Quode natura date, nemo negare potere.
Esse post foi publicado em POEMA, REFLEXÃO e marcado , , , . Guardar link permanente.

3 respostas para TABU

  1. A primeira frase é de matar o goleiro (expressão gaúcha do tipo bom demais)

    Curtido por 1 pessoa

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