SILENCIO


SILENCIO

SILENCIO

por Cláudio El-Jabel

 

Ai da mente pensante se não há um silencio,

Algo outrora abundante e hoje tão raro,

Ter que fugir de um espaço para pontos distantes,

Evitando a agressão perturbadora do barulho incessante,

Fico imaginando onde ir, onde poder parar,

Preciso de local calmo e seguro,

Que não seja longe nem escuro,

Que tenha vida e pulse com ela,

Que não seja como uma pintura em aquarela,

Algo real, quietude proporcional,

Nada que se ausente, mas sim esteja presente,

Ponto de partida para uma viagem diferente,

Viagem esta necessária e salutar,

Que some e que informe o interior,

Faça da percepção algo interessante,

Para suprir sempre a expectativa do viajante,

Conhecer, desbravar, se ater, repousar,

Inquietude do ser, perguntas por fazer,

Atitudes a tomar e mais caminhos desvendar,

Não deixando de lado o que passou,

Pois memória o vento não leva nem nunca levou,

Elas permanecem mesmo que não ditas,

Mas com certeza estão lá na mente adormecida.

 

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Sobre KAMBAMI

Quode natura date, nemo negare potere.
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