SEGUNDO VOO


SEGUNDO VOO

SEGUNDO VOO

por Cláudio El-Jabel

 

Parece que os pássaros voam de fato,

Mas um a sair do ninho,

Não que com isso venha a sentir-me sozinho,

Mas sim em perceber o dever realizado,

Ensinando a pequena águia seu voo ao horizonte,

Buscando seu lugar ao Sol,

Seguindo a trilha de seus antepassados,

Sem ficar preso ao ninho,

Mas saber que ele jamais será desmontado,

E estará sempre pronto para receber seu pouso,

De longe fica um gosto de sucesso,

Mas também um corte no cordão,

Onde apenas a prece e os olhos querem verificar,

Se o voo é de sucesso, de aprendizado,

Em direção a evolução,

Cabendo apenas a nós a espera,

De uma boa aterrissagem,

Sem tropeços, sem medos de verdades,

Aqui nos colocamos a espera,

Ou quem sabe de uma mudança de paisagem,

Afinal antes era o filhote quem nos seguiam,

Agora a matriz é quem não quer perder de vista o voo,

E ficar perto da águia para verificar seus rebentos,

Sentir-se de fato realizados,

Em mais um desses mágicos momentos.

 

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Sobre KAMBAMI

Quode natura date, nemo negare potere.
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