CELEIRO GAÚCHO


Eu e meu primo antes da vaquejada2

CELEIRO GAÚCHO

por Cláudio El-Jabel

 

Para quem veio da roça como eu,

Sabe dar o valor ao celeiro,

Ele mais que uma casa,

É um local sagrado,

É nele que nos recolhemos das tempestades,

Guardamos nosso material de trabalho,

Nossos animais de criação,

Realizamos as festas,

E também nos reunimos ao chimarrão,

Típico de quem vive ao Sul,

Tradição que nos faz estar sempre juntos na lida,

Cuidando da vida, cuidando dos bichos,

Vivendo a natureza sem temer sacrifícios,

Somos gente não somos santos,

Vivemos o presente, pensando em um futuro,

Mas temos os pés ao chão, na terra,

Onde a semente que plantamos cresce aos cuidados,

Alimenta outros iguais distantes e ao lado,

O frio muitas vezes aperta o que de certa forma é bom,

Aconchega o povo ao celeiro em roda do chimarrão,

Ali os causos contados aos detalhes, recriam a fantasia,

Muitas vezes baseadas nos medos, ou mesmo nas alegrias,

Mas barbaridade o que pode temer um gaúcho?

Nada! Gaúcho já nasce tropeiro,

Já sela seu cavalo em pasto,

E em qualquer caso no pelo mesmo se ajeita,

Cavalga pelas planícies com o vento minuano a bater,

Onde se refugia ao celeiro para sempre se aquecer.

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Sobre KAMBAMI

Uma metamorfose humana do conhecer e aprender. Simples porém exigente. Bem sobre o autor desse blog, me parece ser um cara legal, gosta de conversar, dar pitacos aqui e acolá. Procuro ser o mais sincero que a vida me permite, adoro amizades, sou tímido acreditem também uma metamorfose ambulante como diria Raul. Adoro cozinhar, mas na escrita sou mesmo comilão, como acento, concordância verbal, minha gramática de fato anda bem mal, mas sou um cara legal. Tenho muito gosto em escrever o que me vem à mente ou o que me chega aos ouvidos e visão, sou um observador nato desde minha aparição. Aqui é um palco de teatro não se engane há muito de quem escreve e muito de fantasia, mas não há bilheteria, então sinta-se a vontade, puxe sua cadeira e sente, estou quase sempre presente, me enrolo muitas vezes nessa de seguir quem me segue, me perco nesse mundo danado de internet. Não sou esnobe, sou pessoa bem simples, gosto da natureza, da boa mesa, do bom papo, não tenho hora, não uso relógio para controlar meu tempo, a muito me deixei ser levado ao vento, ora furioso que me derruba e machuca, ora bondoso que me embala em doçura. Chamo-me Cláudio El-Jabel, também podem me chamar de Kambami ou Kael, adoro distribuir carinho sem intenção outra que não seja da amizade ser bela, ser amiga, ser sincera, entendo que nossa vida é algo muito rápido e nem sempre dá tempo de nos conhecermos melhor, mas essa é minha apresentação, muito prazer, eu não esqueço vocês, já os tenho em meu coração, sejam bem vindo então.
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