BANDIDOS DA TERRA


BANDIDOS DA TERRA

BANDIDOS DA TERRA

por Cláudio El-Jabel

Feito para durar,

Isso é o que nos contam,

Assim se vende no mercado,

Seja o tecido colorido, sejam os grãos escolhidos,

Nossa vida, porém, não há como negociar,

Como etiquetar um preço nela,

Se nem a nós ela pertence,

Mas há quem diga que existem tabelas,

E para tantos o comércio de gente,

São chamados de escravos,

Que pela vasta ignorância da vida,

Apontam apenas os negros,

Quando a bem da verdade,

Não foram os negros que se tornaram escravos,

E sim moeda de troca entre sua própria etnia,

Onde a troco de poder os mais fortes assim se valiam,

Mas deixemos um pouco isso de lado,

Afinal é conversa de pano,

Cada qual defendendo seu lado,

Mas continuam não cuidando de seu bando,

Uma vida, o que de fato ela vale?

Que serventia terrestre ela de fato tem,

Ela nasce, consome, e destrói,

Como se fossemos estranhos a ela,

Mas parecidos com vírus,

Como afirmar sermos filhos da terra,

Se nela somos apenas bandidos?

 

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Sobre KAMBAMI

Uma metamorfose humana do conhecer e aprender. Simples porém exigente. Bem sobre o autor desse blog, me parece ser um cara legal, gosta de conversar, dar pitacos aqui e acolá. Procuro ser o mais sincero que a vida me permite, adoro amizades, sou tímido acreditem também uma metamorfose ambulante como diria Raul. Adoro cozinhar, mas na escrita sou mesmo comilão, como acento, concordância verbal, minha gramática de fato anda bem mal, mas sou um cara legal. Tenho muito gosto em escrever o que me vem à mente ou o que me chega aos ouvidos e visão, sou um observador nato desde minha aparição. Aqui é um palco de teatro não se engane há muito de quem escreve e muito de fantasia, mas não há bilheteria, então sinta-se a vontade, puxe sua cadeira e sente, estou quase sempre presente, me enrolo muitas vezes nessa de seguir quem me segue, me perco nesse mundo danado de internet. Não sou esnobe, sou pessoa bem simples, gosto da natureza, da boa mesa, do bom papo, não tenho hora, não uso relógio para controlar meu tempo, a muito me deixei ser levado ao vento, ora furioso que me derruba e machuca, ora bondoso que me embala em doçura. Chamo-me Cláudio El-Jabel, também podem me chamar de Kambami ou Kael, adoro distribuir carinho sem intenção outra que não seja da amizade ser bela, ser amiga, ser sincera, entendo que nossa vida é algo muito rápido e nem sempre dá tempo de nos conhecermos melhor, mas essa é minha apresentação, muito prazer, eu não esqueço vocês, já os tenho em meu coração, sejam bem vindo então.
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